sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Cobertura online - 3o ESLE

Denise Vilardo comentou em: 13/09/2010 15:40

3º Encontro sobre os Laptops na Educação/OLPC

14 de setembro de 2009
Auditório Prof. Romeu Landi, USP, S. Paulo.
Acompanhe via Twitter | | Confira a programação


Um grupo de professores - do grupo Blogs Educativos - tuitou a partir do auditório do evento. Neste documento fizemos, em tempo real, uma síntese desta tuitagem toda contando também com a revisão, correção e complementação dos próprios tuiteiros presentes.

A seguir, destaques de todas as falas deste encontro. Um relato ilustrado com fotos pode ser também lido no blog Educa Já, da profa. Cybele Meyer.




Abertura e boas-vindas
  • Na abertura do encontro Rodrigo Arboleda e Roseli Lopes fizeram um retrospecto histórico e lembraram o caráter indutor de mudanças educacionais que a tecnologia pode ter.


Rodrigo Arboleda
  • Trabalho em equipe, acesso personalizado ao conhecimento, diminuição drástica da hierarquia entre professores e alunos.
  • Aprender fazendo é mais importante que os conteúdos, ajuda muito mais a memória profunda, melhora a concentração
  • Aprender a programar é a pedra filosofal do aprender a aprender
  • O mais importante é desenvolver a capacidade criativa das crianças, não dar o peixe, ensinar a pescar, a construir a vara e a pensar em soluções para quando a água acabar...





Os Projetos da OLPC no Brasil: acontecendo em sala de aula
Parte 1


José Armando Valente (UNICAMP)
  • Relata a experiência na EMEF Padre Emilio Miotti, de Campinas.
  • Investiu-se na autonomia da escola para a tomada de decisões quanto ao projeto.
  • Nesta escola usa-se o XO (laptop educacional da OLPC) em atividades de robótica.
  • Inovação tecnológica impulsionando a inovação pedagógica, que é a mais importante


Maria Elizabeth Almeida (PUC-SP)
  • A indução de mudanças proporcionada pelos laptops educacionais converge com a filosofia de Paulo Freire.
  • "Uma coisa é acreditar/ter o discurso da mudança e outra é efetivamente militar na prática diária"...
  • “Imersão tecnológica faz grande diferença na cultura digital da escola”.
  • Inovação pedagógica é muito mais difícil que a tecnológica, que já está dada; e a interação multidirecional é o primeiro da lista de desafios da inovação pedagógica.
  • "Os currículos possuem alto grau de prescrição. O laptop na mão da criança ajuda a quebrar isso"
  • Apresenta o projeto UCA (Um Computador por Aluno) levado adiante em Palmas (TO): envolveu toda a comunidade de educadores e profissionais do sistema, inclusive funcionários, que também precisam compreender do que se trata.
  • A entrada dos laptops na escola mudou a gestão da sala (com o aluno monitor), o tempo e a dinâmica de aula, bem como o currículo.
  • Vídeo com matéria exibida na TV local nos primeiros meses de uso dos laptops educacionais em Palmas (TO): http://www.youtube.com/watch?v=Qg6F5RMwoqk


Léa da Cruz Fagundes (UFRGS)
  • “Nós brasileiros podemos sim oferecer modelos de reflexão sobre a prática pedagógica para o mundo”.
  • "O que perseguimos na educação é o desenvolvimento humano!".
  • "Precisamos praticar valores para novos modelos de sociedade", em lugar de "formar para o mundo da tecnologia".
  • “É preciso estudar a entrada da escola na cultura digital, não do digital na escola”.
  • "A tecnologia não é neutra. Precisamos conhecê-la para fazer o melhor uso dela".
  • Na experiência de Porto Alegre, professores quiseram aprender com os alunos. Não precisou de curso de capacitação.
  • Uma curiosidade constatada em Porto Alegre: quem usou o XO teve mais facilidade para usar outra máquina depois. É preciso investigar este impacto da interface e do projeto global do XO, que não é tecnológico mas sobretudo educacional.
  • Vídeo com matéria do Jornal Hoje da época em que os laptops chegaram, ainda com poucos meses de aplicação em Porto Alegre: http://www.youtube.com/watch?v=_f9Fdj_Gu9c





Os Projetos da OLPC no Brasil: acontecendo em sala de aula
Parte 2


Roseli de Deus Lopes (USP)
  • Lembra que haverá continuamente mudanças nos equipamentos, e é preciso incorporar isso ao longo do tempo.
  • Relata a experiência conduzida numa escola da periferia de S. Paulo desde 2007.
  • Resultados apontam para uma atitude mais colaborativa dos alunos, mais autônomos, mais envolvidos, concentrados, com mais foco na busca de soluções de problemas.
  • O professor não é aquele que tem de controlar tudo, controlar a turma. O professor tem que acompanhar os processos dos alunos.
  • Apresenta depoimentos de alunos monitores, que auxiliam no dia a dia com os laptops nas salas de aula.
  • Exibe alguns vídeos com crianças usando o laptop na escola.
  • Canal de vídeos no Youtube sobre a experiência em S. Paulo: http://www.youtube.com/user/ucaprojeto


Mauro Pequeno (UFC)
  • Fala sobre a única escola de ensino médio que faz parte do projeto UCA (http://uca-ce.blogspot.com).
  • Ela está integrada com as demais escolas pertencentes ao projeto UCA porque o objetivo é o mesmo: melhorar a aprendizagem.
  • Vestibular eliminado na UFC. Enem será a única baliza - uma forma de combater Ensino Médio conteudista


Marcelo Otte (Fundação CERTI)
  • CERTI: pioneiro no uso de laptops educacionais no Brasil, desde 2005, em Florianópolis.
  • Como em SP e em Porto Alegre: laptop nas mãos dos alunos e deixa-se que eles explorem livremente.





A OLPC no mundo: das experiências ao uso pelos paises

Gullermo Spiller (Projeto Ceibal – Uruguai)
  • Fala do Plano Ceibal como um motor de revolução social no Uruguai - http://www.ceibal.edu.uy
  • Um laptop para cada aluno e cada professor, simplesmente TODOS os alunos, TODOS os professores do país. 380 mil laptops: 362 mil para alunos e 18 mil para professores. Números que exprimem a importância que o país vem dando à Educação.
  • Exibe um vídeo mostrando professores e as crianças uruguaias com seus uniformes tradicionais constrastando com os laptops coloridos.
  • Outros vídeos do Plano Ceibal: http://www.youtube.com/canalceibal


Felipe Rodriguez (Peru)
  • Fala da experiência no Peru. Pobreza extrema. Alunos que levam 2 horas para chegar à escola e mais 2h para voltar pra casa.
  • Na primeira etapa uso individual do laptop; na segunda, uso socializado.
  • No Peru 118.520 mil docentes capacitados.
  • Fatores de êxito:
    • sólida proposta pedagógica;
    • normas claras (MDE-DRE??);
    • estudantes aplicam tecnologia na aula;
    • comunidade educativa (docentes, estudantes, APAFA) motivados;
    • gestão de suporte técnico;
    • supervisores e monitores para acompanhamento;
    • docentes capacitados;
    • distribuição dos laptots feita pelo MED- DRE - UGEL (ministério da educação??)
  • Todos precisam estar falando a mesma língua no que se trata da proposta pedagógica.
  • Laptop é um centro de recursos em si mesmo.
  • Os processos pedagógicos precisam acontecer ao mesmo tempo que o de distribuição.
  • Processo de capacitação docente envolve planejamento e supervisão
  • Resultados no Peru - compreensão de texto:
    • 2008 e 2009 6.8% e 10,05% no nivel 2
    • idem 42,8 e 48,4 no nivel 2
    • matemática mesmos anos nivel 1 7% e 7,5%
    • nível 1: 33% e 29,9%
  • Resultados mostram um alto interesse das crianças pela escola, aumenta criatividade, a responsabilidade de ir ao colégio e estarem mais atentos ás aulas, se comprometem consigo mesmos, são livres para decidir o que fazer e demonstram mais iniciativa.
  • Conta a história do filósofo na praia com estrelas do mar morrendo e uma criança tentando salvá-las.


Juliano Bittencourt (Ruanda)
  • Brasileiro que trabalha para OLPC e mora em Ruanda, dá suporte para iniciar o projeto naquele país.
  • Localização de Ruanda no centro da África, colonizado pelos belgas, fica entre cadeias de montanha que trazem sérias conseqüências para a economia do país.
  • Sofreu com a guerra que matou quase 1 milhão de pessoas... conseqüência do processo de colonização que colocou uma etnia contra a outra. Não existia neutralidade. O genocídio durou 3 meses, entre as consequências, o ministério da educação tinha apenas 3 funcionários. Todas as instituições começaram do zero, professores morreram ou tiveram que fugir para não morrer.
  • Ainda hoje os desafios são enormes. Tem a maior densidade populacional da África por conta da alta taxa de natalidade após o genocídio. Não tem recursos naturais. Criaram o visão 2020 que escolhe serviços como turismo (por conta das blas paisagens) e TICs como motor de crescimento econômico: as pessoas são o maior capital do país.
  • Ensino até aqui baseado na memorização, professores sem qualificação, crianças ainda assim acreditam na escola.
  • Memorizam procedimentos para entrar em um laboratório, mas escola nenhuma tem laboratório... !!!) tudo para manter o controle sobre as pessoas, impedir que cresçam...
  • A OLPC começou em Ruanda como estratégia para promover uma mudança na educação e desenvolvimento das pessoas. Partem do principio que é preciso correr antes de andar.
  • Total de 110mil XO em fase de implantação, 10mil já distribuidos.
  • Alunos de 3ª a 6ª séries em 150 escolas espalhadas pelo país (sem saturação). A escolha da 3ª série se deu porque é nessa fase que os professores começam a estimular os alunos a deixar a escola, só ficando os bons alunos para que os índices de aprovação sejam melhores...
  • Como implementar em escala e com qualidade? Não existem receitas, apenas idéias
  • Desafio da escola: em julho foram formados 300 diretores de escola em 1 semana. Se seguirem esse modelo com professores vão levar 3 anos! A solução é treinar formadores.
  • Formação de professores é um processo muito longo que dificilmente se escala com qualidade
  • É preciso pensar espaços dentro e fora da escola como espaços de intervenção, principalmente qdo as crianças levam os laptops para casa
  • Usam modelo de crescimento (MoG): mudar a cultura de aprendizagem dentro e fora da sala de aula, trabalhar estratégias micro/macro, instanciar exemplos poderosos de laptops e aprendizagem.
  • Mais importante que a formação de professores é o tipo de formação: ela precisa ser tão inovadora quanto a proposta que se pretende implementar.
  • Trabalham com parcerias como uma instituição que trabalha com mapeamento e desenvolveram um software para trabalho com mapas, outras para desenvolver jogos
  • Relata o projeto com o livro “Curiosidade Premiada” (que traduziram para o projeto) para trabalhar o aprender a fazer perguntas.
  • O que aprendemos:
    • a diferença acontece quando levam os laptops para casa. Na escola são sub-utilizados;
    • não deve ficar sob controle da escola;
    • modelos de contágio -saturação: quando se satura toda uma região com laptops, muito mais gente aprende e se espalha;
    • formação é um processo contínuo e de longo prazo;
    • oferecer modelos prontos e manuais não resolve: é preciso criar novas referências de práticas pedagógicas;
    • professores precisam ser integrados em redes sociais de suporte, onde possam compartilhar suas experiências; redes sociais aqui podem ser via celular
  • O que se alcançou:
    • criaram uma base de capital humano e estabeleceram um modelo de uso de laptops para pautar a discussão sobre o projeto
    • mudaram a compreensão de administradores sobre do que esse projeto se trata, estabeleceram parcerias com outros atores sociais além do governo para contribuir com o projeto.
  • O projeto UCA não pode ser uma bolha na sociedade: é preciso ter um debate mais amplo na sociedade, envolver mais gente, desenvolver o sentido de pertencimento do projeto
  • Ver www.gc4ll.org email juliano@laptop.org
  • Mais sobre a OLPC em Ruanda (em português): http://www.silviakist.blogspot.com





Educar em tempo de Laptops

Nelson Pretto (UFBA)
  • Qual é o conceito de educação que temos e o que pensamos para educar com essas tecnologias.
  • Grande problema que tem por foco só a tecnologia é o acelerado desenvolvimento das tecnologia que torna obsoleto rapidamente o que se tem.
  • É preciso pensar que essa é a geração que atua com múltiplas telas ao mesmo tempo.
  • Acostumamo-nos deixar de lado a compreensão da Internet e seus aparatos e insistimos que essas tecnologias são ferramentas auxiliares da educação... como ferramentas nos deixam escravos.
  • Tecnologia é elemento de cultura, é estruturante da comunicação, dai a importância de se ter tecnologia que amplie o poder de comunicação.
  • É fundamental compreender que não tratamos de tecnologias educacionais, pegamos todo o potencial presente pela natureza e a colapsamos nos moldes didáticos/pedagógicos. Temos problemas fundamentais de politicas publicas como o medo de se investir em educação em projetos que não sejam estritamente educativos. Temos que ter cuidado fenomenal com números e estatísticas. Não é possivel pensar que apenas as tecnologias são responsáveis pelo aumento nos números de aprovação.
  • "Se esses projetos entrarem na escola apenas para ajudá-la a funcionar como ela está, eles não nos interessam".
  • Esses laptops educacionais são na verdade laptops de comunicação, vão na verdade atrapalhar a educação: e isso é o que se precisa... não pode existir apenas uma concepção pedagógica, não é possível se ter apenas a identidade de um projeto. Ele nasceu com uma concepção pedagógica já pensada. é preciso uma escola produtora de cultura e de conhecimento. O perigo é se cair novamente no instrucionismo
  • O problema é o uso de máquinas com uma pedagogia embarcada.
  • Precisamos formar professores, todos dizem isso, ocorre que ai aparece um problema: não há projetos (1)com outras concepções na formação de professores, (2) faculdades de educação que continuam colocando no mercado professores que desconhecem solenemente o que acontece na sociedade. Se o prof é bem formado na faculdade, o trabalho de formação como esses dos laptops seria mto menor.
  • Tecnologia só é educativa quando o professor se apropria dela.


Maria de Fátima Franco ( UFMG)
  • Apresentação on line aqui :http://tinyurl.com/284f43a
    Clique em visualizar junto, na barra de ferramentas inferior, para trocar ideias.
  • Denise falando sobre a preparação do 2º Encontro do ProUca na Fundação Getúlio Vargas no Rio de Janeiro.
  • Feliz por ver que os Projetos estão caminhando e sensibilizando todos que nele estão envolvidos.
  • Começando a apresentação da Fátima Franco - Pesquisa entrevistando os próprios integrantes do curso - Perguntas:
    • Utiliza e-mails todos os dias?
    • Sabe reconhecer as mensagens de spam?
    • Participa nas Redes Socias?
    • Listas de Discussão? Sim 35% - Não 64%
    • Fóruns educacionais - Sim 40% Não 60%
    • Usa Msn?
    • Já participou de video conferência
    • Lê blogs?
    • Escreve m Blogs? Deixe seu link
    • Utiliza recursos web 2.0 em aulas
    • usa computador em aulas? Sim 7% PPT 15% não usa 78%
    • Uso de wikis sim 9% não 88% não conhece 3%
  • Um Projeto desenvolvido pela Federal de MG :está fazendo uma re-qualificação de todos os professores de Minas
  • Hoje os professores estão se procurando para se ajudar.


Denise Vilardo - Rede Peabirus - (Colégio Graham Bell - RJ - Fundadora dos Encontros de OLPC)
  • Temos que acabar com alguns mitos de que o computador afasta as pessoas.
  • Queremos formar gente de verdade. Chega de Phd que acabou com o Planeta.
  • Os alunos têm que aprender a programar para não serem programados.
  • Se não for para instalar o caos não faz sentido o que estamos fazendo aqui.


Rosália Lacerda
  • Uma reflexão para o encerramento do evento: sobre uma escola de Porto Alegre - “Luciana de Abreu” - Rosália Lacerda que está contribuindo
  • Como se dá o processo de mudança dentro da escola com a chegada dos laptops?
    • Os professores perceberam que o seu uso trouxe uma maior busca pela pesquisa e uma vontade maior de aprender.
    • Este sentimento se espalhou também pelas famílias;
    • Colaboração entre os alunos e o envolvimento e assiduidade dos alunos;
    • Vontade de fazer alguma coisa com este recurso, porém passado este primeiro momento de inovação, muitos querem retornar ao que era antes.
    • Acabam buscando uma situação intermediária entre o que era e o uso do laptop - gera um desiquilíbrio pois não se tem mais a configuração anterior da escola. Dentro desta nova configuração nós temos 3 etapas de uso do laptop:
      • empolgação, recuo e interesse. Estas etapas acabam se interligando e proporcionando um bom caminho.
  • O ideal é a sintonia entre escola, família e aluno no uso da tecnologia.
  • Finalizando:
    • Um grupo vê a possibilidade de ganhar poder
    • Outro grupo vê a possibilidade de perda de poder.
    • Em qualquer processo de mudança pode haver ganhos e perdas, o principal é que mudanças ocorrem.
  • O caos está estabelecido em nossas cabeças!
  • Agradecimentos ao LSI - Roseli de Deus - a todos os colegas que trabalharam para que o evento fosse possível, aos convidados do Uruguai e Peru, Rodrigo Lara Mesquita.
  • Este projeto é child centered e não teacher centered - há um milhão de crianças envolvidas com os laptops. Com a velocidade com que tudo caminha é preciso saber que as crianças são uma missão e não um mercado.
  • Agradecendo a nossa presença.
  • Boa noite!






Nota sobre a autoria desta síntese

Este foi um trabalho realizado a várias mãos. Wilson Azevedo foi o organizador e um dos co-autores. Cybele Meyer, Denise Vilardo, Lilian Starobinas, Maria de Fátima Franco e Mirian Salles foram co-autoras voluntárias ou através do Twitter ou diretamente redigindo e complementando o texto. Em comum todos possuem uma característica: participam do grupo de discussão “Blogs Educativos”. Mas outros foram também co-autores involuntários que simplesmente tuitavam a partir do auditório do evento e acabaram tendo, assim, algumas de suas frases ou expressões aproveitadas aqui. É possível que esqueçamos algum nome, mas com toda certeza Nelson Pretto, Bianca Santana, Cassio Ribeiro e Cris Mattos são também indiretamente co-autores deste texto, ainda que não o saibam.

Para a realização deste trabalho contamos com os recursos do GoogleDocs. O documento foi criado e os co-autores adicionados. Com netbooks, smartphones e notebooks aqueles que estavam no auditório ou enviavam tweets ou acessavam diretamente o Docs. Os tweets eram lidos, organizados e aproveitados no texto por quem não estava em S. Paulo, mas acompanhava a distância o evento por aqui.

Organizador e co-autores deixam aqui esta nota como um incentivo a que outros, com o uso de recursos tão simples quanto GoogleDocs, sintam-se motivados a fazer o mesmo de forma colaborativa com eventos, cursos, congressos, encontros, palestras etc, produzindo assim recursos educacionais abertos como este.

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